sábado, 26 de abril de 2008

Eu mesmo por Mati!

Publico abaixo um texto que meu grande amigo Mati escreveu pra mim:

"Alexandre, ele.
Um texto sobre meu amigo Alexandre.Não o escolho ao acaso. Não é o primeiro por que devesse, é o primeiro por que é o que mais me inquieta. Bom, em primeiro lugar os possiveis leitores deste pequeno texto sabem de onde o conheço, como o conheço e todos os possíveis temas que se poderia tratar quando se fala desse sujeito.Geralmente os assuntos que associamos ao Alexandre são como espíritos que passeiam em torno da vergonha, da moral, do valor absoluto e do valor relativo.Bom, para ninguém é novidade que o Alexandre talvez tenha sido um dos poucos homens que dançou com um homossexual. Sempre rimos. É até natural, pois a primeira coisa que lembramos é sua vergonha preconceituosa e seu sorriso contido. Aí que entra um dos grades males que, para o bem ou para o mal, definem um pouco da imagem que faço do Alexandre: Ele fez o bem. Independente se o fez com prazer ou não. Importam duas coisas: foi ele que o fez, e não outro. e também como ele o fez. O fato de ter sido ele demonstra que não é qualquer um que consegue fazer o bem dessa forma. Somente o Alexandre pode fazer um bem dessa magnitude (Dançar com uma Bicha escandalosa em uma praça publica em um país estrangeiro). Qualquer um pode dar esmola, mas abrir o Mar só Moisés pode.O como ele o fez é também um assunto importantissimo, pois ele não o faz sem deixar de retirar de si algo que o marca. Fazer o bem, na pele do Alexandre é quase uma renovação, pois, volto ao exemplo anterior, Dar esmola é facil se temos algo. O Alexandre é mais um Robin Wood que se prejudica para fazer bem aos outros.Bom, como vocês sabem, o Alexandre é um economistinha. Isso fez dele um crápula, já que antes ele achava que dava pra salvar o mundo numa universidade. Bom, o importante é que ele se tornou um crápula eficiente e isso é que pode fazer dele uma pessoa com um pouco de felicidade. Logo, numa sintese, o Alexandre é um crápula da economia numérica que possivelmente só dará felicidades à custa de algo que lhe seja imputado. Ainda: Deverá ser algo que só cabe a ele, e a ninguém mais.Ora, tem mais uma questão. A vida sexual do meu amigo. Sobre isso me limita a comentar uma afirmação um tanto ironica sobre um ultimo diálogo. Quando perguntado se sentia-se feliz com um orgasmo ele me disse que não era desse tipo. Me disse que se sentia triste. Bom, ou é uma ironia e a primeira estava certa, ou é verdade.Me limito a comentar dentro dessas duas hipóteses o que pode ser isso; e o comentário é simples."Será que o que se sente depois do orgasmo é felicidade ou tristeza?", heim meu caro Alexandre?Por que se é felicidade por que parece que toda a te(n)são, excitação e alma vai embora após todo ato? E se é tristeza, por que há satisfação?Bom, finalmente o Alexandre é meu amigo. Isso é o que o diferencia dos demais seres humanos. Ele por me conhecer se estragou, então faço aqui, desde já, uma mea culpa, pois qualquer homem que se preze, quando criança, sabe que as más influencias são uma opção irresistivel."

2 comentários:

Luci disse...

Definições interessantes, concordo plenamente na parte de intrigante. De fato tu não és fácil de compreender, mas não é preciso para ver que és alguém que pratica o bem.

Anônimo disse...

Seguinte, o que se sente depois do orgasmo é plenitude.tu tá precisando praticar mais...SAbe quem sou eu,né? Beijos!!!